ONU, e agora?

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António Guterres provou nos últimos meses o quanto deseja a ONU.
Viajou, dialogou, expôs, e mostrou toda a sua capacidade. Ergueu bandeiras de transparência, rigor e paz. Empenhou a sua honestidade, dedicação e altruísmo. Ofereceu-se com o apoio de Portugal e entregou-se à causa mundial. E, quando do nada, a ONU num faz de conta político, atira uma mão cheia de areia aos olhos dos povos mundiais trazendo à luz alguém cozinhado na panela dos interesses.

Há muito que sabíamos que a diplomacia mundial era cínica e ardilosa, mas agora revela-se descarada e “sem vergonha”.
Ações assim afastam os homens sérios e de bem das causas e lutas mundiais.

Agora fica a dúvida: será que António Guterres vai continuar a desejar a ONU.

Tristão de Andrade

1 comentário a “ONU, e agora?”

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